
Ainda atónita, perguntei à minha parceira: "Será que ele já matou alguém?!". Era a brincar. Não era a brincar. Não sei. Mas também, saber se o portador de tal instrumento já tirou a vida a alguém não é importante.
A importância reside no "Apontado para a nuca faz logo um buraquinho que é uma maravilha". Não no tom irónico das palavras, mas na essência das mesmas.
Nós não estamos em guerra, mas se estivessemos aquelas armas serviriam para tirar a vida a alguém, alguém que, se calhar, está obrigado a permanecer naquele lugar, àquela hora. Ou alguém que simplesmente transporta as armas com os mesmos ideais de quem lhe tira a vida.
A arma não é um brinquedo, nem um troféu. É uma sentença.
E depois ainda me perguntam se oq ue não me prende lá são os baixos salários...
2 comentários:
Hmm,eu não toquei em nenhuma arma, um pouco por vergonha, um pouco porque preferi não fazê-lo. Depois vai ao meu mural, que eu explico um pouco mais do que achei sobre aquilo. Seja como for, gostei de ler o teu texto, e tens razão no que dizes. Só não concordei com os Baixos Salários... Pelo contário, se há alguma coisa que incentiva a ir para lá, são uns bons salários acompanhados de uma catrefada de Subsídios e etc.
Beijinho,
Inês
Oi oi ... passo aqui pa deixar a minha marquinha e dizer que gstei mto do teu blog ... grande originalidade ... ihihih se quiseres da um saltinho pelo meu e deixa rasto! BjnhO*
Desculpa a invasão ... +.+
By:Patrícia
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